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uma cigarra na paisagem

Quarta-feira, Junho 24, 2009

breve, breve


Publicada por gisela cañamero em 2:14 AM
Etiquetas: AQUI FUI CLARISSE., arte pública, Companhia Teatro Sintra

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A Rússia de Putin - edição em português pela Pedra da Lua. Pela mão da jornalista Anna Politkovskaya. Completa-se em Outubro, um ano sobre a execução desta voz incómoda ao regime de Putin. (foto: da net)

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Falar de A PORTA é, neste momento, quando me debruço sobre a dramaturgia desta obra, desaconselhável. Apenas acrescentarei: deslumbrante, esta escrita da húngara Magda Szabó.

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SOLTE OS CACHORROS, de Adélia Prado: "Meu corpo é muito satisfeito, considerado em si mesmo; já minha alma, às vezes tira a roupa e fica feita um árabe na direcção de Meca, pondo e tirando a cabeça do chão sem entender as pantufas."

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Ser vivo é um estágio muito alto, é alguma coisa que só agora alcancei. É um tal alto equilíbrio instável que sei que não vou poder ficar sabendo desse equilíbrio por muito tempo - a graça da paixão é curta.

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A FORÇA DAS COISAS, de Simone de Beauvoir.É de 1963, mas leiam, leiam. De preferência, depois de MEMÓRIAS DE UMA MENINA BEM COMPORTADA e de A FORÇA DA IDADE. Saltem, em acto contínuo, para O SEGUNDO SEXO. Boas leituras.

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"- Dizem que os deuses estão encolerizados.É a primeira vez que há estrangeiros na cidade e até hoje nunca se verificou uma tão grande seca. Por isso, julgam que a vossa presença é reprovada." Em O EXÍLIO, de Pearl Buck, Prémio Nobel 1938, activista singular dos Direitos Civis, antes de qualquer movimento organizado.

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«A minha bússola moral estava dentro de mim, não nas páginas de um livro sagrado.»

   

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